quarta-feira, março 14

Inícios para Livros - 54ª Edição

Especial Dia Nacional da Poesia


#1
Frente à ilustre tenda de Valverde
Meninas-moça exibiam vergonhas.

#2
Oco
Pouco importa
Se de torta
Dis/
tor/
ce
Tampouco

#3
Vívidos clarões no convés úmido
Pareciam estrelas do céu esparramadas
Num lumiar frenético e piscante
Farfalhando até as velas emaranhadas

#4
Coco dá em coqueiro
Que dá coco pra cocada
Leite pra doce e pra batida
Pra beber até bater o carro

#5
Pairou sobre a campina verde aquela luz escarlate

#6
Tudo importa ao aperto perto do peito
Pelo petardo arremessado com fúria
Por um coração desconsolado

#7
Isabel, Isabel, oh, minha Isabel!
Que olhos teria a não ser os de mel?

#8
Putas berravam pelos cus impropérios
Querendo a porra de um poema
Sujo mais sujo com toda a merda
Cagada que fosse suficiente para
Foder de vez com a literatura.

#9
Divina era uma diva divinamente
Divulgada pela vaga divagada

#10
Eira nem beira
Eira nem beira
Eira nem beira
Beira sem eira
Besteira



Edições anteriores: 1ª à 25ª Edição; 26ª à 50ª Edição; Especial Números Primos; Especial Neologismo; Especial A a J II

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7 Quimeras:

@ março 14, 2007 8:19 PM, Blogger Tahkren disse...

Bom dia do Poñema, heheh

 
@ março 14, 2007 11:27 PM, Blogger Homem Pedra disse...

Eta tive que refazer as besteiras que eu escrevi.

Passa lá no meu blog André.

pessoasestranhas.blogspot.com

Vou colocar o seu nos links.

Vale rimar poema com enema?
Ia ficar bom no poema das putas...


Hehehehehe

 
@ março 16, 2007 4:38 AM, Blogger karla nazareth disse...

eu nem sou muito de poesia, mas amei demais a #8

 
@ março 16, 2007 1:49 PM, Blogger Juliana Marchioretto disse...

é, a oito foi foda!
suas palavras criativas andaram fazendo falta...

beijo

 
@ março 17, 2007 1:44 PM, Anonymous Karan disse...

Sempre a mesma coisa... e coisa boa!

Não me canso... ainda bem que você também não.

 
@ março 17, 2007 8:36 PM, Blogger Homem Pedra disse...

Ô Filhote de Mafagafo!
Tem que postar todo dia!
Não uma vez por semana!

 
@ março 21, 2007 10:42 AM, Anonymous Fabio Ciccone disse...

Parabéns, Lasak! Você dá pra um bom poeta!

 

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