quinta-feira, novembro 4

Quereres impossíveis

Das coisas que me consomem
Em minha sanidade
Das penas que remóem
Minhas penas
Das cenas que nunca sairão
de minhas manhãs
Das renas que não mais Natais
Trarão

Das dezenas de por quês em suas
Centenas de não-seis

Das trocentas dúvidas, escancaradas
Com simples doses

Dos muitos quereres de sempre ser
Tudo igual...

Quando chega a madrugada descobrimos

Que nada é estável
Tudo muda sem querermos...

Tudo assusta

Tudo urge

Como o tempo no fundo do despertador
Do fim do mundo.



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3 Quimeras:

@ novembro 04, 2010 1:52 AM, Blogger Marina disse...

"Para cada um de nós e - em algum momento perdido na vida - anuncia-se uma missão a cumprir? Recuso-me porém a qualquer missão. Não cumpro nada: apenas vivo."

(CL)

 
@ novembro 04, 2010 10:34 AM, Blogger Vitor disse...

romanticuzinho a la dor de cotovelo, hein meu velho? :P

 
@ novembro 04, 2010 2:48 PM, Blogger Re Lasak disse...

passou um caminhão em cima de mim também...

 

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